Dupla assume direção artística do Museu de Arte Moderna do Rio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAM do Rio, tem agora uma nova direção artística, sob a responsabilidade dos curadores Keyna Eleison e Pablo Lafuente. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (18) por Fabio Szwarcwald, diretor-executivo do museu. Fernando Cocchiarale, que ocupava o cargo desde 2016, foi substituído pela carioca Eleison, de 41 anos, que tem experiência em gestão de instituições culturais e projetos educativos, e pelo espanhol Lafuente, 44, que tem trajetória nas áreas de curadoria, crítica, edição e ensino de arte. Agora, ambos são os responsáveis pela gestão das coleções do museu, curadoria de artes visuais e promoção de iniciativas e eventos das áreas de educação, cinema, acervo e conservação, documentação e pesquisa da instituição. Segundo Szwarcwald, a escolha de Eleison e Lafuente é marcada pela visão contemporânea que ambos têm sobre o papel dos museus na sociedade atual, com um plano de gestão de acervos integrado à renovação do Bloco Escola. A dupla foi escolhida através de um processo seletivo de chamada aberta, que teve 103 candidaturas sul-americanas e foi iniciado em maio deste ano, pouco tempo após o museu demitir dez funcionários em meio à pandemia. O comitê técnico para seleção foi formado pelas artistas Ayrson Heráclito e Maurício Dias, as curadoras Manuela Moscoso e Diane Lima, Jochen Volz, diretor da Pinacoteca de São Paulo, Benjamin Seroussi, diretor da Casa do Povo, Renata Bittencourt, coordenadora de educação do Instituto Moreira Salles, Eneida Braga, diretora do Instituto Brasileiro de Museus e Roberta Saraiva Coutinho, que integra a diretoria do Conselho Internacional de Museus Brasil. “O processo seletivo para a nova direção artística do MAM Rio se destaca pelo grande número e altíssimo nível dos candidatos”, disse Jochen Volz à Folha. “Keyna Eleison e Pablo Lafuente são profissionais queridos e muito respeitados há anos, mas convencerem pela força do projeto apresentado. Foi um privilêgio participar no processo.”

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