Com queda no contágio, África do Sul relaxa restrições contra coronavírus

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SÃO PAULO, SP (FOLHARPESS) – Ao anunciar o relaxamento das medidas restritivas do combate ao coronavírus, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse neste sábado (15) que tudo indica que o país atingiu o pico de infecções da Covid-19. Em um discurso transmitido pela televisão, Ramaphosa afirmou que o governo irá encerrar a proibição da venda de álcool e tabaco, e permitir a abertura de restaurantes e bares, sujeitos a regras sanitárias, e viagens entre as províncias. Isso quer dizer que o país passa para o nível dois de restrições a partir da meia-noite de segunda-feira (17), no horário local (19h de domingo em Brasília). “O nível dois significa que podemos remover quase todas as restrições no retorno da atividade econômica da maioria das indústrias”, explicou. “A flexibilização nos apresenta a melhor oportunidade desde o início da pandemia de dar vida à nossa economia em dificuldades.” A pandemia atingiu em cheio a economia sul-africana, que já estava em recessão, empurrando milhões para a extrema pobreza. Apesar de ter imposto um dos “lockdowns” mais severos do mundo enquanto ainda registrava centenas de casos, a África do Sul viu um surto de contágio que levou o país ao quinto lugar no ranking de casos –cerca de 579 mil infecções, com 11.500 mortes. Ramaphosa afirmou que os novos casos diários caíram a uma média de 5.000, após atingirem um pico d 12 mil. Os números, somados a um aumento na proporção de curados, estavam “significativamente reduzindo a pressão em nossos estabelecimentos de saúde”, disse o presidente. O sul-africano, no entanto, advertiu que os casos podem voltar a subir caso a população não se mantenha vigilante. As restrições para viagens internacionais estão mantidas.

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