Gestantes precisam ter cuidados especiais contra o Aedes Aegypti

O Espírito Santo registrou de janeiro a outubro deste ano, 898 casos de zika
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A Zika é uma doença transmitida por meio da picada do Aedes Aegypti. (Foto: Reprodução)

A Zika é uma doença transmitida por meio da picada do Aedes Aegypti. Ele apresenta um risco superior aos outros vírus como o da dengue e chikungunya, principalmente para as gestantes. Este vírus pode gerar complicações neurológicas no feto, como a microcefalia, que é uma malformação congênita em que o cérebro do bebê não se desenvolve de maneira adequada.

Segundo a médica infectologista e referência técnica dos arbovírus, Theresa Cristina Cardoso Silva, as gestantes devem tomar cuidados especiais. “A infecção pelo vírus Zika, na maioria dos casos, é branda e tem cura espontânea depois de 10 dias. A preocupação são as complicações neurológicas no feto infectado durante a gestação. É importante que a população tome medidas preventivas contra o mosquito. Além disso, é necessário que as gestantes sempre busquem uma Unidade Básica de Saúde para iniciar o pré-natal, assim que descobrirem a gravidez, e compareçam às consultas regularmente”, explicou a referência.

Neste período de chuvas que atingem o Estado, em que há aumento de casos do mosquito, as gestantes precisam tomar algumas precauções. Para evitar o transmissor da doença, medidas como utilizar telas em janelas e portas; usar roupas compridas, com finalidade de não deixar áreas do corpo expostas para ocorrer a picada do mosquito e aplicar repelente; ficar preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis; e praticar sexo seguro para não transmitir o vírus para o feto, são alguns exemplos.

Toda a população deve atuar na prevenção de possíveis criadouros do Aedes aegypti em suas residências, escolas e ambientes de trabalho.

ES: Mais de 800 casos de zika em 2021
O Espírito Santo registrou de janeiro a outubro deste ano, 898 casos de zika. Os dados podem ser conferidos no boletim semanal divulgado pela equipe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental, da Secretaria da Saúde (Sesa), na última quinta-feira (09).

O boletim informa ainda a incidência de dengue e chikungunya. Foram confirmados 14.065 e 2.981 casos, respectivamente, no mesmo período.

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